Pode isso, Arnaldo?

Treinamundi – Jogue-se nesse mundo!

Quem nunca se pegou imprimindo documentos pessoais ou trabalhos de faculdade na impressora da empresa? Ou já pegou alguém que passou do ponto da bebida em alguma festa de fornecedor? E aquele colega que insiste em aproveitar o tempinho no elevador para falar de algo que ele vai contar só para você porque é sigiloso?

A gente tem ouvido muita notícia sobre malas de dinheiro, ilegalidades das mais variadas possíveis. E, com isso, se esquece que o comportamento antiético, que prejudica a imagem corporativa, também está naquelas coisinhas pequenas, que a gente nem percebe no dia a dia, e que podem causar uma baita saia justa.

Mais do que fechar o cerco com várias ações de Compliance e Governança é preciso criar uma cultura empresarial ética de verdade. E, para isso, é fundamental FALAR sobre ela em todos os cantos, em todas as áreas. O que é, para que serve, por que existe.

Tudo bem, a gente entende que isso é delicado, porque envolve comportamentos e valores que se espera que o funcionário tenha em nome da empresa. Mas, só ter um código de ética na gaveta não resolve.

Inclusive, para ser ética você não precisa necessariamente ter um código de conduta impresso, bonitinho. Tem muita coisa que pode ser feita para promover atitudes e relações éticas.

A principal delas é conversar constantemente e da forma mais aberta possível sobre isso. Criar um ambiente descontraído ajuda muito a tirar aquele peso do “Ih, lá vem, fizemos algo errado!”.

Abrir espaço para uma discussão saudável sobre quais comportamentos podem ser considerados de risco ou não à imagem corporativa e do próprio profissional – porque uma coisa está diretamente relacionada a outra! E fazer com que os funcionários pratiquem isso no dia a dia para aprenderem a diferenciar o que pode ser uma armadilha ou não, sem receios ou pressões.

E a melhor maneira para você conseguir esse clima bacana, que ao mesmo tempo estimula as pessoas a praticarem as atitudes desejadas – e até se aprofundarem no código escrito – é aplicando um jogo de treinamento.

Essa experiência do jogo, que sempre é mais descontraída, envolve todo mundo, provoca reflexões sobre as posturas e marca a memória das pessoas, porque elas aprendem na prática mesmo.

Claro, seu treinamento não precisa ser apenas o jogo. É até bacana que você incorpore a apresentação ou explicação do código, traga outros elementos.

Para te dar um exemplo, a gente desenvolveu o Pode Isso? – O jogo do código de ética. Se quiser dar uma conferida, dá uma passadinha na nossa página aqui!

Um ótimo treinamento e muitas inspirações!

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